No sábado dormimos tarde pois teve apresentação do Mulher (agora vamos apresentar todo o segundo sábado do mês as 20h30 no teatro Grande Otelo).
Fomos pra casa, comemos macarrão (carbo!) e capotamos! Acordamos cedinho, separa kit, pega gel, sal, banana, lanche... todo o kit de sobrevivência.
E lá vamos nós.
Ibirapuera lotado! Estacionamento no Ícaro, R$ 25,00 um absurdo! Flanelinhas na rua cobrando 10,00 adiantado! Deixamos só $5!
O noivo, pegou o ônibus e foi para a largada, eu combinei com a Erica, de encontra-la nas Tendas.
Esperamos a largada e começamos nosso percurso próprio de AMM (Apoio ao Marido Maratonista)
Primeiro encontro: km 7, gritos de apoio, verificando se está tudo bem.
Segundo encontro: km 23, Gatorade na mão esperando o Marido passar, e nada... Ainda bem que minha amiga, Walkiria viu e deu uma força, o Marido passou e eu nem vi... bebi o Gatorade rs
Terceiro encontro: km 33, ai já era! A cara era de cansado, me deu a viseira, pediu pra eu torcer a camiseta dele, já estava sem lanche, sem fruta... muito ruim, mas ai faltava apenas 9km. Mais um grito de apoio, e lá foi ele.
No km 36 tinha fruta, melancia, mexirica, laranja, foi o que salvou os corredores.
Encontramos o Lemes (Marido da Erica) apoio, saber se está vivo, contamos os dedos, tudo no lugar! Ok.
Fizemos o percurso de volta para encontrar o Di. Ele terminou em 4h29.
A prova tem muitos problemas, o principal é largar seguindo o horário da Globo. Ou seja as 9h da manhã. Quando a galera está chegando nos 25km já é mais 11h o sol está torrando. Quem vai continuar nos 42km sofre mais ainda.
A prova é muito bonita, o percurso não é nada diferente do que a gente já está cansado de correr.
A estrutura deixa a desejar. Os atletas que sofrem mais, que ficam lá no fundo já não encontram mais postos com água, e se encontram, dá pra fazer chá.
O que salva são os voluntários que distribuem frutas, água e tal...
Como eu e a Erica fizemos o percurso ao contário, vimos MUITAS pessoas passando mal e em muitos pontos sem NINGUÉM da organização. Os próprios corredores e voluntários que socorrem.
Mas mesmo assim, com esses problemas, NADA é mais emocionante do que ver a linha de chegada, as pessoas superando limites.
Eu, não consigo correr quando o Diego está fazendo essas loucuras rs... Vamos combinar que 42km é loucura, minha gente.
O Jeito foi correr estratégicamente para encontra-lo.
Parabéns Di! Você pode tudo! SEMPRE!
